
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através do corregedor-geral Eleitoral Benedito Gonçalves, determinou a abertura de uma investigação sobre a contratação de Elizângela Castelo Branco. A mulher era a intérprete de libras que participava das lives do ex presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o portal G1, a investigação faz parte de mais uma ação que pede a inelegibilidade de Bolsonaro e avançou na última sexta-feira. Benedito Gonçalves determinou a tomada de depoimento de Elizângela.
O processo, de autoria do PDT, deseja esclarecer a contratação da intérprete para transmissão ao vivo de Bolsonaro nas redes sociais em setembro de 2022, quando ele era candidato à reeleição, diretamente do Palácio da Alvorada.
O partido questiona o uso de bens públicos e de serviços custeados pelo Estado para a realização, transmissão e gravação de um evento de cunho eleitoral. O partido alega que houve abuso de poder político, devido ao desvio de finalidade na realização de live.
Em junho, o TSE condenou Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, tornando-o inelegível pelos próximos oito anos. Ao todo, ele ainda responde a 15 ações no TSE que pedem a sua inelegibilidade.
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