
A ação que culminou na fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis foi planejada para libertar Edinaldo Pereira Souza, o Dadá, apontado como líder da facção PCE (Primeiro Comando de Eunápolis). Segundo a Polícia Civil, Ednaldo tem anotações criminais por tráfico de drogas, homicídio qualificado, associação criminosa e roubos. Os outros 15 detentos integram a mesma organização criminosa.
A fuga ocorreu por volta das 23h de quinta-feira (12), após oito homens fortemente armados invadiram a unidade
Na manhã desta sexta (13), a Polícia Civil prendeu um homem que confessou participação na ação.
Ele relatou que ganharia R$ 5 mil pelo crime. Inicialmente, ele recebeu um fuzil utilizado na ação criminosa e teria que devolver a arma para obter o pagamento combinado. O suspeito se negou a informar os nomes dos demais integrantes do grupo. Não foi informado, porém, se ele é agente penal.
Segundo a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização), durante a invasão, os criminosos trocaram tiros com o segurança do presídio. Um cão de guarda morreu após ser baleado.
Os fugitivos usaram uma “teresa” (corda feita com pedaços de pano e lençóis) para deixar a penitenciária.
A empresa responsável pelo serviço chegou a acionar a polícia, mas os detentos já haviam escapado.
Um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso. Equipes da Polícia Civil e Militar continuam em diligências para localizar e recapturar os fugitivos.
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