
A iniciativa é operada pela Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). As solicitações já podem ser feitas pelo portal oficial do programa. A expectativa do governo é viabilizar o financiamento de cerca de 100 mil veículos destinados aos profissionais que atuam com entregas e transporte por aplicativos.
Podem participar trabalhadores cadastrados em plataformas digitais há pelo menos seis meses e que tenham realizado, no mínimo, 100 corridas ou entregas. Também são contemplados ciclistas, motofretistas e mototaxistas contratados pelo regime CLT, desde que tenham ao menos seis meses de vínculo na mesma empresa.
Entre os veículos autorizados estão motocicletas, motonetas e ciclomotores flex de até 160 cilindradas produzidos no Brasil, além de motos e bicicletas elétricas fabricadas no país ou com projeto de produção nacional. O financiamento para pessoas físicas poderá ser pago em até 48 meses, com dois meses de carência. Nesse período inicial, para empresas que financiarem estruturas de recarga ou troca de baterias, serão cobrados apenas os encargos financeiros.
As taxas de juros foram fixadas em 12,5% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres, percentual que representa menos da metade da média praticada no mercado, segundo o governo. O programa também prevê financiamento para instalação de estações de recarga e troca de baterias destinadas a motocicletas elétricas.
Os interessados poderão escolher entre os seguintes modelos:
Motos a combustão:
Motos elétricas:
Segundo o governo, não é necessário apresentar documentos para fazer o cadastro inicial, já que o acesso ocorre pela conta Gov.br. Após a análise, que deve ser concluída em até cinco dias úteis, o profissional aprovado poderá procurar uma concessionária ou instituição financeira para concluir a contratação. Embora o programa não exija que o participante esteja com o nome limpo, a concessão do crédito dependerá da análise realizada pelos bancos.
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