
A Prefeitura de Feira de Santana deverá anular o resultado da licitação e consequentemente o contrato assinado com a empresa Confiança Serviços e Soluções em Mão de Obra Ltda, após decisão judicial.
O juiz Nunisvaldo dos Santos, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública, determinou a imediata suspensão da licitação que deu origem ao contrato no valor superior a R$ 26 milhões.
Conforme a decisão, todo processo de licitação deve ser anulado, sendo retomado após o trânsito em julgado de um outro processo judicial que discute a participação de concorrentes na mesma licitação.
A magistrado determinou ainda que essa licitação somente seja retomada dando total publicidade do ato de restabelecimento do certame, para que todos os demais concorrentes tomem conhecimento. Em caso de descumprimento, o juiz fixou multa no valor de R$ 20 mil, por dia.
Falta de transparência
Entre as várias justificativas para suspender a licitação, o juiz Nunisvaldo dos Santos descreveu algumas em sua decisão. Uma delas, considerada determinante pelo magistrado, seria o fato de apenas a empresa Confiança Serviços e Soluções em Mão de Obra Ltda apresentar lance no certame.
O juiz Nunisvaldo dos Santos reafirmou em sua decisão que faltou publicidade, uma vez que dentre as 16 empresas interessadas na licitação, somente a Confiança Serviços e Soluções em Mão de Obra apresentou proposta.
A decisão de suspender a licitação é derivada de um mandado de segurança proposto pelo Instituto Vida Forte contra o resultado da licitação. O instituto, alegou, entre outras coisas, que apresentou proposta mais vantajosa e ainda assim não obteve êxito no certame.
A licitação previa a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de apoio com nível técnico na área de saúde, de forma contínua, a ser executado nas dependências da Secretaria Municipal de Saúde e nas suas demais unidades de saúde. A licitação foi encerrada no último dia 4 de agosto.
A empresa Confiança Serviços e Soluções em Mão de Obra Ltda também é alvo de uma investigação do Ministério Público do Estado da Bahia, após denúncia do deputado estadual, Robinson Almeida (PT). O deputado petista denunciou um contrato firmado entre a empresa e a Prefeitura de Feira de Santana, no valor aproximado de R$ 6 milhões, no mesmo período em que o município decretou estado de calamidade e a paralisação das atividades educacionais presenciais, em decorrência da pandemia do Coronavírus em 2020.
Colisão Colisão entre duas motos deixa dois mortos em Feira de Santana
Brincafeira Brincafeira reúne pula-pula, circo e brincadeiras no Parque da Cidade neste domingo
lixo SESP recolhe 11,5 mil sacos de resíduos após mutirão de limpeza no entorno de colégios eleitorais
Dia das Crianças Parques municipais terão funcionamento especial no Dia das Crianças em Feira de Santana
Biblioteca digital Biblioteca digital completa seis meses com acervo de mais de 100 mil livros e audiolivros
Micareta 2026 Micareta 2026 terá regras contra letras e coreografias que desvalorizem mulheres
troca de tiros Homem é preso após troca de tiros com policiais e apreensão de drogas em Feira de Santana
vacinação Feira amplia vacinação com Pneumo 20 para pessoas a partir de 85 anos
domingo de eleição Funcionamento de shoppings, supermercados e parques muda no domingo de eleição em Feira de Santana