
O Campeonato Brasileiro mais louco e imprevisível dos últimos anos terminou da maneira mais familiar possível: com o Palmeiras campeão – bicampeão consecutivo, 12 vezes no total, cada vez mais distante dos rivais.
O empate por 1 a 1 com o Cruzeiro (gols de Endrick e Nikão), nesta quarta-feira, no Mineirão, foi mera formalidade para fechar aquela que será considerada a maior virada da história dos pontos corridos. E que só poderia vir de um time. O Palmeiras da cabeça fria não se abalou quando caiu na Copa do Brasil diante do rival São Paulo, eliminado da Libertadores em casa, nas semifinais contra o Boca Juniors e nem quando se viu a 14 pontos do líder Botafogo na única competição que havia sobrado em 2023.
Aí entrou o Palmeiras do coração quente, do “dá a bola em mim”, dos multicampeões, do fenômeno Endrick, do caldeirão Allianz Parque e do incansável e genial Abel Ferreira. Pouco a pouco, o Verdão dizimou a vantagem dos rivais e, quando assumiu a liderança, até o maior hater sabia que ela não trocaria mais de dono (só o próprio palmeirense, pessimista por natureza, temia um desfecho diferente). Mas este Palmeiras tem tudo: é o DNA vencedor, é a Terceira Academia, é a Segunda Arrancada Heroica, é o clube mais vitorioso do Brasil. E para o Cruzeiro, rival do jogo do título, também houve alegria: o time está classificado para a Copa Sul-Americana de 2024.
Balanço SEPREV divulga balanço de atividades do Centro de Controle de Operações referente a janeiro de 2026
Goleada Sem reação, Vitória sofre goleada para o Palmeiras pelo Brasileirão
Bolsa Atleta 2026 Programa Bolsa Atleta 2026 tem inscrições abertas até sexta-feira
Movilização Atletas baianos são mobilizados a fazer doação de sangue para reforçar banco de sangue da Hemoba
Feminicídio Zero Campanha Feminicídio Zero chega ao Campeonato Baiano em Feira de Santana
gualdade de gênero Polícia Civil reforça combate à violência contra a mulher em ações de conscientização em estádios de Salvador