
A OAB Seccional Bahia, sua diretoria e as 37 Subseções em todo o Estado formalizaram uma manifestação conjunta ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) questionando os indicadores apresentados no relatório "Justiça em Números 2025".
O documento ressalta que os dados divulgados não espelham a realidade enfrentada pela advocacia e pela sociedade baiana, ao desconsiderarem distorções que impactam diretamente a efetividade da prestação jurisdicional, como a extinção de processos sem resolução de mérito, despachos meramente formais e lançamentos artificiais no PJe (sistema chamado "Processo Judicial Eletrônico) que reduzem o volume aparente de trabalho.
"A OAB Bahia reivindica que o CNJ revise seus critérios e incorpore métricas que traduzam resultados concretos para o cidadão. Também reforça a necessidade de medidas estruturantes por parte do TJ-BA, capazes de promover avanços reais na qualidade e na eficiência da Justiça", declara Daniela Borges, presidente da OAB Bahia.
Ainda de acordo com ela, "seguimos firmes na defesa de uma prestação jurisdicional transparente, célere e comprometida com a sociedade baiana". Para Lorena Peixoto, presidente da OAB Subseção Feira de Santana, reconhecer as fragilidades e a necessidade de aperfeiçoamento é o primeiro passo para mudar o cenário que ainda compromete a efetiva e célere prestação jurisdicional.
"A nomeação de juízes com a respectiva vaga em outra unidade, o número de servidores abaixo do necessário, e as estruturas que não agasalham as demandas para o bom desempenho da função pelos servidores são alguns dos exemplos que a advocacia vive, sobretudo a advocacia do interior. Portanto, esta é uma importante manifestação", salienta.
Roblox cria versões Roblox cria versões para crianças e adolescentes e reforça controle parental
Artemis II Astronautas da Artemis II retornam com sucesso após viagem ao redor da Lua
Renovação de CACs PF define datas para CACs renovarem certificados de registro de arma de fogo