Segunda, 27 de Julho de 2026
Feira de Santana Operação Angerona II

Ação integrada é deflagrada no maior conjunto penal da Bahia

Operação Angerona II tem como objetivo enfraquecer a articulação das organizações criminosa dentro do presídio

27/07/2026 às 10h31
Por: Redação Feira Em Pauta
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SEAP deflagra Operação Angerona II no Conjunto Penal de Feira de Santana (Foto: Divulgação/SSP)
SEAP deflagra Operação Angerona II no Conjunto Penal de Feira de Santana (Foto: Divulgação/SSP)

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) deflagrou, nesta segunda-feira (27), a Operação Angerona II no Conjunto Penal de Feira de Santana (CPFS). A ação integrada reúne a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) e o Ministério Público da Bahia (MPBA) com o objetivo de fortalecer a segurança da unidade prisional e combater a atuação de organizações criminosas.

A operação busca enfraquecer a articulação de grupos criminosos a partir do sistema prisional, especialmente aqueles que mantêm atuação fora das unidades, além de impedir a entrada e circulação de materiais ilícitos que possam comprometer a ordem e a segurança no presídio.

A primeira fase da Operação Angerona foi realizada em 2024, com foco no controle da comunicação entre internos e pessoas do lado de fora, além do combate a atividades criminosas planejadas ou executadas a partir das unidades prisionais.

A ação mobiliza mais de 250 agentes e policiais. Participam da operação equipes da Superintendência de Gestão Prisional (SGP), Grupamento Especializado em Operações Prisionais (Geop), Central de Monitoração Eletrônica de Pessoas (CMEP), Coordenação de Monitoramento e Avaliação do Sistema Prisional (CMASP), policiais penais, além de efetivos da Companhia Independente de Polícia de Guarda (CIPG), Esquadrão de Polícia Montada, Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), Rondesp Leste, Grupamento Aéreo (Graer), CIPE/Leste e Polícia Civil.

Considerado o maior da Bahia, o Conjunto Penal de Feira de Santana abriga cerca de 2 mil detentos, distribuídos em 11 pavilhões, em uma área construída superior a 90 mil metros quadrados. Apesar da estrutura, a unidade enfrenta problemas de superlotação.

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