Quinta, 27 de Agosto de 2026
Bahia crimes sexuais

Saiba quem é o médico alvo de operação contra crimes sexuais

Polícia Civil investiga médico urologista por estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil em Salvador

27/08/2026 às 12h12
Por: Redação Feira Em Pauta
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Foto: Divulgação / Redes sociais
Foto: Divulgação / Redes sociais

A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Brilho do Amanhã, nesta quinta-feira (27), em Salvador. A ação investigar crimes contra crianças e adolescentes, incluindo estupro de vulnerável e produção e armazenamento de pornografia infantil.

Ao todo, 15 mandados de busca e apreensão, além de prisões em flagrante durante as diligências. Um dos alvos da operação é o médico urologista Samuel Ribeiro Juncal. 

De acordo com as informações da investigação, Juncal é investigado por estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil. O caso teria mais de cinco crianças como vítimas. A apuração ainda está em andamento.

Quem é o médico investigado

Samuel Ribeiro Juncal é médico urologista e atua no Hospital Aliança, em Salvador, onde coordena o Serviço de Urologia da unidade. Ele se formou em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 2006. Também teve experiências profissionais e acadêmicas nos Estados Unidos, incluindo passagens pela University of Miami e pela Wayne State University.

Entre as áreas de atuação atribuídas ao médico estão urologia oncológica, cirurgia robótica urológica, infertilidade masculina e andrologia, urologia pediátrica, cálculos renais e doenças prostáticas.

Juncal também está ligado ao Instituto de Urologia Dr. Juncal, em Salvador, e já participou de eventos e seminários relacionados à área da saúde, incluindo atividades realizadas em parceria com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e a Rede D’Or.

Além da atuação médica, o urologista também dava aulas no curso de Medicina da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Segundo o relato de um ex-aluno, Juncal ministrava aulas de urologia para estudantes do sétimo semestre. O estudante afirmou que o médico teria dado cinco aulas e, posteriormente, deixado de lecionar.

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