
Jorlan Alves da Silva, de 33 anos, foi preso após cerca de 48 horas de buscas em Mulungu, na Paraíba. Segundo a Polícia Civil, o homem tentou dificultar o reconhecimento ao usar vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas. No momento da abordagem, ele carregava uma criança de aproximadamente dois anos, que, segundo a investigação, não é parente dele.
As investigações apontaram que Jorlan havia se escondido em uma comunidade de Cabedelo após um confronto com policiais em Rio Tinto. Com apoio da Polícia Rodoviária Federal, os agentes monitoraram os deslocamentos do grupo e identificaram um veículo utilizado pelos suspeitos. Um comparsa foi preso durante uma abordagem, mas Jorlan conseguiu fugir.
De acordo com a Polícia Civil, o homem é investigado por 16 homicídios ocorridos em aproximadamente três meses, período iniciado após sua saída da prisão, no fim de maio de 2026. Entre os casos está o assassinato de dois comerciantes em Rio Tinto, em 1º de agosto.
A polícia também investiga outras declarações feitas pelo suspeito durante o interrogatório, incluindo a afirmação de que teria cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida. Segundo a corporação, essas informações ainda precisam ser verificadas.
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