
A defesa de Daniel Alves afirmou que vai recorrer da decisão que condenou o atleta a quatro anos e seis meses de prisão por agressão sexual contra uma mulher em 2022. O crime ocorreu dentro de uma boate, na cidade de Barcelona, na Espanha.
Para a imprensa, a advogada de Daniel, Inés Guardiola, destacou que, mesmo diante da sentença, continua “acreditando na inocência do senhor Alves”.
O parecer sobre o caso do brasileiro ocorre duas semanas após o julgamento. A decisão foi despachada pela juíza Isabel Delgado do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha.
“O arguido agarrou abruptamente a denunciante, atirou-a ao chão e, impedindo-a de se mexer, penetrou-a pela vagina, apesar de ela ter dito que não, ela queria ir embora”, disse a magistrada.
“Isto obedece ao tipo de ausência de consentimento, ao uso da violência e ao acesso carnal”, acrescentou.
Além dos quatro anos e meio de prisão, Daniel Alves permanecerá 5 anos em liberdade vigiada e 9 de afastamento da vítima. Durante as investigações sobre o caso, a família do atacante Neymar chegou a prestar auxilio financeiro ao ex-lateral da seleção brasileira.
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