
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (27) a proibição do uso de ‘deepfakes’ e a obrigação de identificar conteúdos manipulados por Inteligência Artificial (IA) durante as campanhas das eleições municipais deste ano.
As ‘deepsfakes’ são conteúdos produzidos por Inteligência Artificial que reproduzem falsamente as vozes e imagens de pessoas reais. A ferramenta é considerada por especialistas o maior desafio para o contexto eleitoral.
As regras fazem parte de um conjunto de 12 sugestões que foram analisadas pelo tribunal. O uso irregular de IA pode levar à cassação do candidato.
A relatora dos processos foi a ministra Cármen Lúcia, que presidirá o TSE nas eleições deste ano. A Corte definiu ainda que chatbots e avatares para intermediar a comunicação da campanha devem ter uso limitado, sem haver qualquer simulação de conversa com candidato ou pessoa real.
O Tribunal aprovou ainda regras para combater a desinformação, entre elas a responsabilização de provedores caso não retirem conteúdos ilegais do ar. Com isso, as plataformas terão de tomar medidas para impedir ou diminuir a circulação de fake news.
As chamadas lives eleitorais, que ocorrem pelas redes sociais, serão consideradas atos de campanha, sendo assim passíveis de avaliação na Justiça Eleitoral.
Título de eleitor Prazo para regularização do título de eleitor termina em três meses
Eleições 2026 Prefeita de Vitória de Conquista admite possibilidade de deixar prefeitura para integrar chapa de ACM Neto em 2026
Perda de patente STM dá prazo para Bolsonaro se defender em processo por perda de patente