
A defesa do general Walter Braga Netto negou que o militar tenha feito reuniões em sua residência para tratar de “assuntos ilícitos” relacionados ao planejamento de um golpe de Estado em 2022. Em nota divulgada no domingo (15), os advogados do militar alegam ainda que o cliente não efetuou repasses financeiros a golpistas.
“A defesa reitera que o cliente jamais realizou reuniões em sua residência para tratar de assuntos ilícitos, bem como nunca recebeu ou repassou quaisquer recursos para financiar atos antidemocráticos”, disse a defesa em nota.
De acordo com a Polícia Federal (PF), Braga Netto, ex-candidato a vice-presidente na chapa com Jair Bolsonaro (PL) em 2022 tentou descobrir o conteúdo da delação premiada do ex-ajudante de ordens do ex-presidente, Mauro Cid.
Braga Netto foi preso pela PF no sábado (14) em Copacabana, no Rio de Janeiro.
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