
A tão esperada chuva finalmente chegou aos distritos da zona rural de Feira de Santana e reacendeu a esperança dos agricultores familiares. Após meses de estiagem e incertezas, o solo úmido volta a permitir o início do plantio em diversas localidades do município.
Conceição Borges, dirigente do Movimento de Organização Comunitária (MOC), celebra a chegada das chuvas e destaca a abrangência do fenômeno. " As chuvas caíram em todos os distritos da nossa zona rural. Desde março havia essa expectativa, e agora estamos aliviados. Claro que teve localidade onde choveu mais e outras menos, mas a informação que temos é de uma chuva geral. Estive no feriado de 1º de Maio na região de Rafael Jambeiro, e lá está tudo molhado", conta Conceição.
Com a terra pronta e sementes em mãos, muitos já começaram o preparo para o plantio. Ela ressalta ainda a importância da captação de água nesse momento. " Alguns tanques de barro e cisternas de consumo já encheram. Isso é fundamental para a segurança hídrica das famílias e para a produção", pontua.
Moradora do distrito de Tiquaruçu, Conceição relata que a chuva também foi intensa por lá. " Graças a Deus, choveu bastante e continua chovendo. Agora é agradecer e torcer para que continue. O homem do campo está feliz, mas também preocupado, porque até agora não há informações sobre apoio do Estado ou do município com subsídios, horas de trator ou sementes. Seria um reforço importante nesse momento de retomada", enfatiza.
Na Fazenda Muita da Onça, dona Ilda, dirigente sindical e liderança comunitária, confirma o mesmo cenário. "Aqui choveu muito, os sistemas de captação estão transbordando. Já tem gente começando a plantar, mesmo com cautela. A chuva veio, mas a gente ainda não sabe se vai ser o suficiente. Por enquanto, é plantar com fé", afirma.
Segundo ela, os principais cultivos desse período incluem feijão, milho, abóbora, batata e maniva. "A gente ainda não tem certeza da colheita, mas está todo mundo feliz pela chuva. Só de ver a terra molhada já reacende a esperança. A chegada das chuvas marca, portanto, o início de um novo ciclo agrícola na zona rural feirense, que ainda depende do andamento do clima e, sobretudo, de políticas públicas de apoio para garantir produção e colheita", finaoliza.
Com informações: Jota Bezerra
Por: Mayara Nailanne
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