
O câncer no colo do útero deve atingir cerca de 17 mil mulheres até 2025 no Brasil, de acordo com estimativa feita pelo Ministério da Saude. Em 2020, o tumor causado pelo papilomavírus humano (HPV) foi responsável por 6.627 mortes no Brasil. O vírus é facilmente transmitido na relação sexual, pois apenas o contato com a pele infectada já é o suficiente para a contaminação.
Neste mês, a Campanha Julho Verde-Escuro chama a atenção para a importância de exames preventivos e do diagnóstico precoce dos chamados cânceres ginecológicos – aqueles que afetam um ou mais órgãos do aparelho reprodutor feminino. As ocorrências mais frequentes desse tipo de câncer no Brasil são de tumores no colo do útero, no corpo do útero e no ovário.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é possível, no futuro, erradicar tumores malignos no colo do útero no Brasil. Para isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que mulheres entre 25 e 35 anos façam exames preventivos e as pacientes que forem diagnosticadas com alterações devem receber o tratamento correto.
As meninas e meninos entre 9 e 14 anos de idade devem se vacinar contra o HPV. Para aumentar a imunização, o ideal é que a vacina seja tomada antes da primeira relação sexual. Desde 2014, o governo disponibiliza a vacina quadrivalente contra o HPV.
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