
Um bebê de 10 meses foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santos, em São Paulo, para tratar uma grave assadura no bumbum e diarreia. Após o atendimento, a médica receitou loratadina pomada, um remédio que não existe.
Revoltado, o pai da criança, que não quis se identificar, revelou em entrevista ao portal g1 que sente-se triste com a situação, que poderia se tornar algo mais grave.
"É difícil julgar a médica, [talvez] não estava em um dia bom, trabalhando demais, mas devemos pensar que poderia ser algo mais grave. Ela receitou um medicamento para alergia que não existe, mas poderia ser algo mais grave", disse o pai do bebê nesta terça-feira (2).
O homem chegou a buscar o remédio recomendado em duas farmácias. Em ambos, foi informado que o medicamento inexistia.
Loratadina por si só existe e é um antialérgico. Mas não é fabricado na versão pomada.
Congestionamento Obras mantêm trecho da BR-324 interditado e causam congestionamento de 4 km em Simões Filho
Estupro Mulher é presa suspeita de receber dinheiro para permitir estupro da filha
Operação Vaza Maré Operação Vaza Maré cumpre mandados na Bahia e em Santa Catarina contra grupo investigado por tráfico
Operação Muralha Polícia Civil deflagra Operação Muralha em São Sebastião do Passé
Nova cratera Nova cratera volta a interditar trecho da BR-324 no sentido Feira de Santana
Pista liberada BR-324 tem pista liberada no sentido Feira de Santana
fraude milionária PF e CGU combatem fraude milionária em benefícios do INSS destinados a indígenas no sul da Bahia
Estágio Estado da Bahia convoca 535 universitários para atuarem como estagiários em órgãos públicos
Operação Parasita MP-BA deflagra segunda fase da Operação Parasita e cumpre mandado em Eunápolis