
Morreu nesta terça-feira (26), o escultor norte-americano Richard Serra, um dos principais nomes da arte contemporânea, aos 85 anos. Ele estava com pneumonia e faleceu em sua casa de Long Island, estado de Nova York, segundo informou seu advogado, John Silberman, ao jornal The New York Times.
Criador de obras monumentais a partir de placas de aço, Serra tem peças em exposição em todo o mundo, dos mais importantes museus de Paris ao deserto do Catar. Em alguns momentos, as obras enormes e arredondadas, de aspecto minimalista, provocaram polêmica por sua natureza imponente.
"Quando você observa minhas obras, não lembra de nenhum objeto. Fica uma experiência, uma passagem. Experimentar uma das minhas peças é sentir uma noção de tempo, do lugar e reagir a isso. Não é lembrar de um objeto porque não há objeto para reter", explicou o artista em 2004.
Nascido na cidade de San Francisco em 2 de novembro de 1939, tendo a mãe de origem judia russa e o pai espanhol, Richard Serra estudou Literatura Inglesa na Universidade da Califórnia, antes de ser admitido em Yale para estudar Artes Plásticas. Graças a uma bolsa de estudos, ele se mudou para Paris, onde passava quase diariamente pelo local de trabalho do escultor romeno Constantin Brancusi no Museu Nacional de Arte Moderna.
Foi o que fez o então aspirante a pintor dedicar-se à escultura.
Entre suas obras, destacam-se "Tilted arc" (1981), uma gigantesca placa de metal de 3,6 metros de altura e 36,6 metros de comprimento instalada na Federal Plaza de Nova York, e que incomodava tanto as pessoas que precisou ser desmontada oito anos depois, como resultado de uma longa batalha judicial.
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