
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou nesta segunda-feira, 30, que o mundo enfrentou uma "década de calor mortal". Em mensagem de ano novo, Guterres alertou que a humanidade vive um "colapso climático, com 2024 prestes a assumir o posto de ano mais quente da história. Ele afirma que é preciso "sair desta estrada para a ruína", sem que haja "tempo a perder".
"Em 2025, os países devem colocar o mundo em um caminho mais seguro, cortando drasticamente as emissões e apoiando a transição para um futuro renovável", afirmou. "Isso é essencial e é possível", possível. "Os dez anos mais quentes registrados aconteceram nos últimos dez anos, incluindo 2024", destacou Guterres em sua mensagem anual de Ano Novo.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática das Nações Unidas, publicará os dados sobre as temperaturas de 2024 em janeiro. A entidade, no entanto, já adiantou que espera-se que o ano tenha enfrentado as mais altas temperaturas já registradas. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) relatou que, entre janeiro e setembro de 2024, a temperatura média do ar na superfície do globo foi 1,54°C superior à média pré-industrial.
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