
O impasse político em Brasília ganhou novo contorno com a presença da deputada Julia Zanatta (PL-SC) na ocupação do plenário da Câmara, acompanhada de sua filha de quatro meses. O ato, promovido por parlamentares bolsonaristas contra a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, levou o deputado Reimont (PT-RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos, a acionar o Conselho Tutelar, apontando possível exposição da criança a ambiente inadequado.
No ofício, Reimont alegou que a bebê foi levada a um local de instabilidade e tensão institucional, contrariando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A conduta da parlamentar, que ocupou a cadeira da presidência da Casa com a filha no colo, foi considerada por ele como imprudente e fora de proporção, evidenciando falta de discernimento diante da gravidade do momento.
Zanatta respondeu às críticas em rede social, dizendo que usou a filha como "escudo" simbólico e acusou adversários de se valerem da criança para atacá-la. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ameaçou suspensões e uso da polícia para encerrar a ocupação, que persistiu até a noite de quarta-feira (6), apesar das tentativas de negociação com líderes partidários.
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