
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) intensificou o processo de devolução de descontos associativos considerados ilegais ou não autorizados e já ultrapassou a marca de 4 milhões de ressarcimentos. Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (8), foram devolvidos R$ 2.747.143.477,26 aos segurados lesados.
Somente nos últimos 15 dias úteis, entre 17 de novembro e 8 de dezembro, 270 mil novas devoluções foram efetuadas. Ao todo, 6.184.732 beneficiários denunciaram ao órgão terem sofrido cobranças irregulares, cobradas principalmente por entidades e associações que, segundo o governo, aplicavam descontos sem autorização prévia dos aposentados e pensionistas.
O esquema, que começou a ganhar força em 2019, envolvia associações que incluíam mensalidades nos benefícios previdenciários sem consentimento explícito dos segurados. O atual governo afirma ter iniciado neste ano um processo de desarticulação da fraude, articulando medidas administrativas e judiciais.
Entre as ações, o Executivo diz ter determinado o bloqueio de contas bancárias e o congelamento de bens de suspeitos, além de interromper os mecanismos usados pelo grupo para operacionalizar os descontos. A ofensiva ocorre paralelamente ao reembolso dos valores cobrados de forma indevida.
A devolução continua em andamento e deve seguir sendo ampliada, segundo o INSS, à medida que novas denúncias são analisadas e consolidadas.
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