
O deputado Binho Galinha (Patriota) voltou a comparecer ao plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após um “sumiço”. Alvo de uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público da Bahia (MP-BA) que investiga uma suposta milícia na região de Feira de Santana no último mês de dezembro, o parlamentar participou da votação para conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) nesta terça-feira (5).
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a AL-BA não teria sido notificada oficialmente sobre a Operação El Patron, razão pela qual não houve a provocação à Comissão de Ética - que sequer foi instalada. Segundo a apuração do MP-BA, policiais militares ligados ao deputado faziam cobranças, mediante violência e grave ameaça, de valores oriundos de jogos ilícitos [jogo do bicho] e empréstimos a juros excessivos [agiotagem].
Um relatório da Receita Federal havia apontado inconsistências fiscais dos investigados, movimentação financeira incompatível, bem como propriedade de bens móveis e imóveis não declarados e indícios de lavagem de dinheiro. A milícia também seria responsável por desmanche de veículos.
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