
O delegado da Polícia Federal (PF), Fábio Alvarez Shor, que atribuiu múltiplos crimes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, relatou uma tentativa de intimidação em razão de sua atuação nos processos sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). A PF abriu um inquérito para investigar a denúncia. Em depoimento sigiloso, Shor disse ter começado a usar carro blindado após se sentir ameaçado, especialmente após indiciar Bolsonaro no caso das joias sauditas.
Segundo o delegado, em 13 de julho deste ano, "pessoas ainda não identificadas" deixaram um boneco com a forma de um macaco no veículo estacionado em sua residência, em Brasília. Shor interpretou o ato como uma ameaça, indicando que as pessoas sabiam onde ele morava. O caso foi relatado à Diretoria de Inteligência da PF.
Shor também afirmou que, após ser exposto por parlamentares da oposição e militantes nas redes sociais, passou a ser alvo de ataques em massa. A crítica se intensificou após a revistagem de familiares do blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio. O delegado também mencionou que as ameaças se estenderam a seus familiares.
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